TÓPICOS

1 - QUANTO À CONDUTA PESSOAL

1.1 Cultivar a vida devocional, lendo a Bíblia, estudando e meditando nela, e orando diariamente. 1.2 Cuidar da saúde física e emocional, para ter condições de cumprir o ministério. 1.3 Aprimorar o conhecimento, participando, tanto quanto possível, de cursos ou encontros que contribuam para o desenvolvimento intelectual 1.4 Ser pontual nos compromissos financeiros, fazendo todo o possível para viver dentro do próprio orçamento. 1.5 Ser honesto em qualquer transação financeira. 1.6 Não plagiar, nem usar material de fonte alheia sem lhe dar o devido crédito. 1.7 Não permitir que o fator financeiro seja decisivo na aceitação ou renúncia de um pastorado. 1.8 Não forçar, sob nenhum pretexto, o ingresso ou permanência em um pastorado. (Aprovado acréscimo em 20/11/2010). UNIÃO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS CONGREGACIONAIS DO BRASIL Rua Visconde de Inhaúma, 134 - 19ºAndar - Centro - CEP. 20094-900 - Rio de Janeiro - RJ Telefax: (21) 2223.1458 C.N.P.J. 33.997.297/0001-60 1.9 Ser criterioso na escolha da literatura e em qualquer espécie de lazer. 1.10 Evitar as conversações torpes e inúteis. 1.11 Ser extremamente cuidadoso no relacionamento com o sexo oposto, evitando, inclusive, a aparência do mal. 1.12 Evitar usar sua posição para favorecer algum partido político. 1.13 Sempre pôr em primeiro lugar os interesses da Causa, ignorando, quando for o caso, as ofensas pessoais.

2 - QUANTO AO RELACIONAMENTO COM A FAMÍLIA

2.1 Agir honesta e corretamente para com a família, dando-lhe o sustento adequado, o vestuário, a educação, a assistência médica e espiritual. 2.2 Cultivar a cortesia e o amor cristão no lar, não se deixando influenciar por preconceitos. 2.3 Dedicar à família o carinho e o tempo de que têm direito. 2.4 Abster-se de tratar dos problemas eclesiásticos diante dos filhos, especialmente os de menor idade, e nunca citar nomes de pessoas envolvidas, a fim de não infundir neles qualquer raiz de amargura. 2.5 Usar uma linguagem sadia com os filhos, e discipliná-los em justa medida e com amor, evitando expô-los publicamente ao ridículo. 2.6 Ter o cuidado de não discutir com a esposa na frente dos filhos, ou na frente de terceiros, sejam crentes em Cristo ou não. 2.7 Orientar os filhos quanto ao lazer, propiciando-lhes aquele que é sadio.

3. QUANTO AO RELACIONAMENTO COM A IGREJA

3.1 Ser zeloso e disciplinado no uso do tempo para o exercício do pastorado. 3.2 Esforçar-se para preparar sermões e estudos, usando os melhores recursos que estejam disponíveis. 3.3 Exortar sempre com amor, evitando ofender ou constranger o liderado. 3.4 Apresentar desafios à congregação de maneira equilibrada, sem sobrecarregar os irmãos e sem usar de qualquer chantagem para que contribuam ou realizem seus projetos pessoais. 3.5 Nunca ser intransigente em seus pontos de vista, a não ser quanto a questões fundamentais de doutrina. 3.6 Saber manter em sigilo os segredos que lhe forem confiados. 3.7 Ter uma postura respeitosa em toda casa que entrar, seja de crentes ou de incrédulos. 3.8 Esforçar-se para ser imparcial no pastorado, quer em relação a decisões da congregação, quer quanto ao relacionamento com os membros da Igreja. 3.9 Não deixar o pastorado sem os necessários entendimentos com a Igreja, observando as exigências das suas leis. 3.10 Notificar à Igreja as possíveis saídas do Campo, evitando ausentar-se sem o seu conhecimento. 3.11 Evitar assumir compromisso financeiro particular em nome da Igreja, sem a sua autorização. 3.12 Presidir as Assembléias com imparcialidade, respeitando as regras parlamentares e as leis internas da Igreja. (Aprovado a sua criação em 20/11/2010). 3.13 Não impor a Igreja, em nenhuma hipótese, a promoção de alterações em suas leis, que visem interesses próprios. (Aprovado a sua criação em 20/11/2010). 3.14 Fazer tudo o que estiver ao seu alcance para evitar cisões na Igreja, ou rompimento da Igreja com a Denominação. (Aprovado a sua criação em 20/11/2010).

4. QUANTO AO RELACIONAMENTO COM OS COLEGAS

4.1 Evitar criticar os colegas, incluindo o predecessor no pastorado. 4.2 Evitar visitas de caráter pastoral, correspondências e telefonemas com a Igreja que pastoreou anteriormente ou com seus membros. 4.3 Tratar com espírito cristão os colegas aposentados ou jubilados que sejam membros da Igreja que pastoreia. 4.4 Não tratar com acepção ou discriminação os colegas que não tenham alcançado o nível de estudo teológico que possui. 4.5 Tratar com respeito e consideração os colegas idosos. 4.6 Colaborar com os colegas em seu Ministério, sempre que possível, quando solicitado. 4.7 Dirigir com amor e consideração a palavra ao colega, quando discordar dele. 4.8 Ter cuidado para não se intrometer em assuntos de outra Igreja. 4.9 Não fazer proselitismo em relação a membros de outra Igreja. 4.10 Ser cuidadoso na recepção de membros de outra Igreja, não aceitando aqueles que foram e ainda estão biblicamente disciplinados. 4.11 Responder prontamente as cartas dos colegas, especialmente as relacionadas com transferências de membros. 4.12 Não aceitar convite para pastorear uma Igreja que ainda tenha outro pastor, a não ser com o apoio deste. 4.13 Não aceitar convites para pregar, para realizar cerimônias ou atos pastorais em Igreja que tenha pastor, a não ser com o seu consentimento ou em caso de emergência. 4.14 Providenciar o ressarcimento das despesas do colega que foi convidado a prestar a sua colaboração. 4.15 Aceitar o aconselhamento dos colegas, toda vez que a sua conduta for julgada repreensível. 4.16 Não divulgar qualquer notícia desabonadora a respeito do colega, e certificar-se da veracidade do caso, inclusive com o próprio colega, antes de comunicá-la à autoridade competente para tratar do problema. 4.17 Orar pelo colega e almejar seu bom êxito, ao invés de ter inveja do seu Ministério fecundo. 4.18 Dar a cooperação leal ao órgãos regionais e nacionais que tratam das questões relacionadas aos Ministros.

5. QUANTO AO RELACIONAMENTO COM A DENOMINAÇÃO

5.1 Ser criterioso quanto à ordenação de novos obreiros. 5.2 Ser criterioso ao recomendar obreiros para qualquer Campo ou Igreja, só o fazendo quando estiver convencido de sua idoneidade. 5.3 Manter-se fiel à doutrina adotada pela União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil e respeitar as decisões tomadas nas Assembléias Gerais. 5.4 Cooperar, da melhor maneira possível, com os órgãos denominacionais. 5.5 Não comprometer a lealdade à União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil, cooperando indevidamente com outros movimentos religiosos. 5.6 Não censurar, sem base, instituições denominacionais, e quando o fizer, fazê-lo com respeito e consideração para com as pessoas que as lideram ou nelas trabalham. 5.7 Incentivar a Igreja a manter em dia os compromissos denominacionais e a participar dos movimentos promovidos pela Denominação, em âmbito nacional ou regional. 5.8 Empenhar-se por participar dos eventos do DAM e da SAM, para os quais for convidado, justificando nas impossibilidades. (Aprovado a sua criação em 20/11/2010). 5.9 Comparecer prontamente a convocações, ou atender com cortesia, delegações do DAM, para tratar de assuntos relativos ao seu Ministério. (Aprovado a sua criação em 20/11/2010).

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